Muitos se referem a ele como “o poeta do violino”. Isto se deve não só ao seu virtuosismo na abordagem de todo o repertório clássico, mas também à sua ausência de preconceitos, que o faz abordar todos os gêneros, do clássico ao “crossover”, atingindo um público que ultrapassa as fronteiras estreitas da música erudita e o faz surgir como um astro do violino.