
Lançamento Instituto DellArte
Cia. Brasileira de Ballet em duas coreografias – Paquita Gran Pas Classique e Noite de Walpurgis 1ª Parte “Paquita Gran Pas Classique” Música – Ludwig Minkus Coreografia Original – Marius Petípa Direção, remontagem, adaptação e ensaios– Jorge Texeira Figurinos – Diego Costa Cenografia – Carlos Dalarmelino Paquita é um ballet em dois atos e três cenas, com libreto de Joseph Mazilier e Foucher Paulo. Originalmente coreografado por Joseph Mazilier a música de Edouard Deldevez. Apresentado pela primeira vez por pelo ballet da Ópera de Paris, no dia 01 de Abril de 1846. Em 1847, Paquita foi encenado pela primeira vez na Rússia para o Ballet Imperial de São Petersburgo por Marius Petipa e Pierre-Frédéric Malevergne, sendo o primeiro trabalho já encenado por Petipa, na Rússia. Em 1881 Petipa produziu um renascimento do bailado, para o qual acrescentou novas peças especialmente compostas por Ludwig Minkus. Isto incluiu o Pas de Trois para o primeiro ato, o Paquita Grand Pas Classique e a Mazurka “des enfants” (mazurca infantil ) para o último ato. A versão de Petipá foi mantida no repertório do Teatro Mariinsky até 1926. Hoje particularmente, esta peça, o Paquita Grand Pas Classique, faz parte do repertório tradicional, das mais importantes companhias de ballet clássico do mundo. O Paquita Gran Pas Classica, apresenta o pas de trois do 1º ato e a parte final do 2º ato do ballet, cena do casamento entre Paquita e Lucien, incluída 2ª Parte “Noite de Walpurgis” Música – Charles Gounod Coreografia Original – Lavrovski Direção, remontagem, adaptação e ensaios – Jorge Texeira Figurinos – Tania Agra Cenografia – Carlos Dalarmelino “Noite de Walpurgis” – ballet de um ato – é uma das cenas mais marcantes da ópera de Charles Gounod “Fausto”, executada separadamente é uma das obras–primas do ballet mundial. Gounod criou uma música excepcionalmente colorida e rica para este quadro coreográfico. De acordo com o enredo da cena da ópera “Noite de Walpurgis” é celebrada no Monte Broken, reino de Mefistófeles (Pan), quando ele procura desviar os pensamentos de Fausto e Marguerite, convidando-os a desfrutar de todos os benefícios da vida terrena. Fausto vende a alma a Pan (diabo) em troca da imortalidade. Pan começa a mostrar a Fausto os prazeres desta vida. Com esse intuito leva-o ao monte Broken onde se celebra um culto à sensualidade, ao erotismo. E tem lugar uma orgia, onde faunos e bacantes dançam sensualmente. Ameniza o ambiente a presença das Três Graças, que simbolizam o amor espiritual, casto. O final acaba numa dança vertiginosa. Uma bacanal.
Instituto Dell’Arte
Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa
03/11/2016 – 20:00