Imagine uma orquestra de cordas em que cada naipe é representado por um único músico: esse é o conceito que norteou a criação, em 2006, da Wiener Kammersymphonie (Sinfonia de Câmara de Viena) — um conjunto singular que une a riqueza orquestral à sutileza da música de câmara. Além de interpretar quintetos de cordas de compositores como Dvořák, Onslow e Eybler, o grupo dedica-se à execução de obras sinfônicas e operísticas especialmente arranjadas para essa formação reduzida. O repertório do grupo se estende do Classicismo vienense à música contemporânea, e suas interpretações são descritas como “eletrizantes” pela crítica especializada.